Se o sol eu fosse
E ninguém me visse
De que adiantaria eu nascer?
Se me transformasse
Numa flor bela e cheirosa
E seus olhos eu não enchesse
Nem olfato agradasse
Que virtude teria de ser?
Se conhecimento tivesse
E de tudo soubesse
Mas, não compartilhasse
Que graça teria saber?
Se recordes eu quebrasse
Pelo mundo viajasse
Mas, solitária fosse
E para compartilhar as vitórias
Sozinha me encontrasse
Que sabor poderia ter?
Prefiro recorrer a insignificância
De uma pessoa comum
Onde com todos convivo
Troco emoções e sentido
Em ser apenas mais um
Amada e rodeada
Por ser simplesmente o que sou
Posso não significar nada
Para quem na minha vida já passou
Não há espetáculo, sem seu espectador
Mas, para quem fica
E em mim acredita
Sou fonte de muito amor.
Silvia Batista
E ninguém me visse
De que adiantaria eu nascer?
Se me transformasse
Numa flor bela e cheirosa
E seus olhos eu não enchesse
Nem olfato agradasse
Que virtude teria de ser?
Se conhecimento tivesse
E de tudo soubesse
Mas, não compartilhasse
Que graça teria saber?
Se recordes eu quebrasse
Pelo mundo viajasse
Mas, solitária fosse
E para compartilhar as vitórias
Sozinha me encontrasse
Que sabor poderia ter?
Prefiro recorrer a insignificância
De uma pessoa comum
Onde com todos convivo
Troco emoções e sentido
Em ser apenas mais um
Amada e rodeada
Por ser simplesmente o que sou
Posso não significar nada
Para quem na minha vida já passou
Não há espetáculo, sem seu espectador
Mas, para quem fica
E em mim acredita
Sou fonte de muito amor.
Silvia Batista
2 comentários:
Você é de uma sensibilidade incrível... São belíssimos poemas... Não estais no mundo por acaso, viesse fazer a diferença e estais fazendo bem feito. És um ser humano fantástico, cheia de coisas boas para oferecer, e isso eu admiro demais...Parabéns seu blog está lindo!!! Bjs na alma da sua amiga Adília
Obrigada minha flor....você é uma pessoa muito especial mesmo. Por ter pessoas como você ao meu lado, sou uma pessoa muito feliz...fica com Deus.
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